quarta-feira, 4 de março de 2009


Por André Rossi

exatos 60 anos, os alemães de Hitler protagonizaram a maior barbárie já vista na história da humanidade. Ao todo, seis milhões de judeus morreram nas mãos dos nazistas, em campos de concentração, como Auschwitz (foto). Como veremos nas próximas linhas, o Holocausto está mais enraizado do que acreditamos.

A empresa alemã Schaeffler, especializada na fabricação de equipamentos para carros se viu envolvida em um escândalo desde a última terça-feira. Isso porque, de acordo com uma investigação realizada pela cadeia televisiva alemã, a Spiegel TV, a empresa alemã utilizou cabelo de vítimas de Auschwitz na produção têxtil de utensílios para automóveis.

A acusação deixa o Governo alemão em situação complicada. Isso porque a companhia pediu ajuda de custo à União para sair da delicada situação econômica, e dessa maneira manter a produção e os 220.000 empregos gerados na fábrica.

De acordo com Jack Lachendro, sub-diretor do Museu do Holocausto, em Auschwitz, foram encontrados nas dependências da Schaffler 1,5 de toneladas de cabelos cortados de prisioneiros judeus, antes que os mesmos percorressem o caminho sem volta das câmaras de gás. Lachendro também mostrou uma trouxa com roupas, supostamente fabricadas com cabelo humano.

De acordo com registros de antigos operários da fábrica, dois vagôes carregados com pelos humanos chegaram aos porões da Schaeffler no ano de 1943. Após análise, constatou-se que a "matéria-prima" continha vestígios de Zyclon B, o gás usado nas câmaras de gás.

Em 1946, ao término da guerra, os irmãos Schaeffler optaram por transferir a sede em Kietrz para a Baviera. E, conforme consta na documentação "oficial", a mesma foi fundada no mesmo ano. Ou seja, a fábrica não considera os anos anteriores.

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