

"Más que un club!". É o lema do Barcelona, equipe por onde atua o francês Thierry Henry. O presidente do clube, Joan Laporta, sabe disso, e usa o Barça como ferramenta política para legitimar a causa separatista da Catalunha perante a Espanha.
Laporta almeja o cargo máximo do governo da Catalunha e, como governante da província, ele poderia fazer valer a causa do nacionalismo catalão - movimento que exige o reconhecimento da autonomia política e cultural da região.
Apesar da insistência da direção do Barcelona, os jogadores evitam falar sobre política. Contudo, Thierry Henry em entrevista ao jornal La Vanguardia não exitou ao afirmar que a "Catalunha não é a Espanha". Laporta deve ter gostado do que disse o jogador, que sequer é espanhol.
Os catalães renegam a Espanha e lutam pela autonomia, por uma federação independente. Segundo a constituição da União Européia, nenhum país que se originou de outro, que já fazia parte da Comunidade será aceito no bloco. Então, se independente, a Catalunha (com seus 7 milhões de habitantes) estaria isolada no meio de gigantes econômicos, sem perspectiva de prosperidade financeira.
E o Barça, continuará na Liga se isso acontecer? Creio que não, pois não é interessante economicamente, nem esportivamente que um dos maiores clubes do mundo se ausente do campeonato espanhol. Laporta também sabe disso.
Como sabe também, que enquanto renega a Espanha como país, continua a receber a verba mensal que a União provém para todas as províncias espanholas. Que será da Catalunha sem a mesada?
E o Galvão Bueno ousou em dizer no jogo Brasil e França de 2004 que o Henry ''não tinha o feeling de atacante''. Hahahaha tão piada que virou até fala de Winning Eleven.
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